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terça-feira, 17 de setembro de 2019

Divaldo o Mensageiro


Ontem fui assistir ao filme Divaldo o mensageiro.
Primeiro fiz uma assepsia ( se é que isso seja possível) completa em minha mente... pois já tinha lido algumas criticas sobre o filme. Afinal eu estava me preparando desde o começo para escrever sobre o filme.
Sou suspeita para falar da pessoa do Divaldo Franco, eu, como estudante, admiradora da mesma doutrina por ele tão bem divulgada.
Já tinha lido e faz tempo uma biografia dele intitulada como "O Semeador de Estrelas" escrito pela Suely Caldas Schubert.
O filme retrata de forma simples a trajetória do médium, com o elenco maravilhoso... e aqui ressalvo a participação maravilhosa do Marcos Veras, interpretando o obsessor que perseguiu Divaldo por mais de 30 anos desde a sua infância. Para quem gosta de escrever como eu com certeza deixa o arquivo mental em alerta para "gravar" as mensagens pescadas ao longo do filme. Emocionante.
O Bruno Garcia dispensa comentário e sou completamente suspeita para falar sobre  o trabalho dele, amo o que ele faz e ponto. rsrs me trazendo lágrimas várias vezes em que deixava em algumas cenas.
Duas participações que quase me fizeram levantar para aplaudir de pé...
A Regiane Alves que (segundo eu soube) foi indicação da própria mentora do Divaldo (Joana de Angelis) para interpretar seu papel. 
E o trunfo da trama a Laila Garim no papel da mãe do Divaldo. Católica fervorosa que entra num conflito intimo quando sua filha mais velha comente o suicídio. E ao pedir ao padre para rezar uma missa para a filha tem seu pedido negado sob o pretexto da igreja católica não ver com bons olhos a alma suicida, alegando ele que a pobre alma já se encontra no inferno. E ela responde de forma sofrida e eloquente, com o sotaque da personagem : - Padre e por um acaso Jesus Cristo quando mandou perdoar 70 vezes 7 vezes ou quantas forem necessárias tirou os suicidas ????
 - O senhor segue a lei de Deus ou a leis dos homens ?

Notei que o roteirista do filme (Clóvis Mello) teve uma preocupação sutil e notada nas entre linhas que foi diferenciar o catolicismo do espiritismo. Numa linguagem simples e com traços de comedia notamos o tempo todo a sua preocupação em não tornar um tanto quanto massante os temas de conversas entre os personagens.
O filme a todo instante é uma grande lição de humanidade e que ser bom dá trabalho (muito trabalho), requer persistência, e um grande traço de resiliência.
Um lição humana, humilde de caridade e do esquecimento de si mesmo em prol do amor ao outro.

Me fez refletir sobre um sentimento que estamos esquecendo gradativamente a medida que nossas casas estão cada vez mais infectadas pelo vírus da mídia abusiva e sensacionalista.
Gentileza!
Gentil o personagem do Divaldo passa uma educação tão rebuscada que traz a tona tons sutis de pura gentileza. A educação com o outro, o zelo e organização com si mesmo, com as coisas do mundo ao redor.
E olha que as adversidades que o Divaldo enquanto ser humano passou, e ainda passa (acredito eu) deve ser muitas. Mas, ele sempre mantem a postura da paz, do requinte sutil de uma educação inspirada pela espiritualidade sempre atenta e consequentemente (e obvio) às próprias situações indigestas que advêm como reflexos das criticas severas daqueles que não o conhecem ou conhecem  
Estou aqui me segurando para não soltar spoiler, tem gente que não gosta né ? :) :)
É um filme emocionante de um vida humana que só nos dá exemplo de bondade, humildade e acima de tudo de como praticar a verdadeira caridade.
Vale muito assistir

Tem novidades chegando por aqui.
Aguardem!

Bjs e até o próximo post
Debby :)




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