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sexta-feira, 23 de março de 2012

No outro dia...


Hoje acordei novamente com vontade de amanhecer em abrolhos !! Acho que já comentei por aqui que, sempre que estou assim triste, muito triste tenho uma vontade imensa de ouvir barulhinho de onda, sentir o vento nos cabelos  e me imagino descalça vendo esses pássaros voando....
Só não me pergunte porque mas sempre me coloco num lugar assim quando estou triste ou com medo.

Mas independente de qualquer coisa é na hora da morte , quando agente sente que perdeu um carinho, um abraço ou um colo... que percebemos por frações de segundos o quanto nos atentamos a coisas pequenas, o quanto nos aborrecemos por pessoas e problemas pequenos...
Sim porque diante de um leito de morte tudo, absolutamente tudo de material perde  a importância e principalmente o valor.
O passado e o futuro deixam de existir porque nossa atenção, nosso desejo estão focados no milagre do tempo presente, do hoje, do aqui e do agora. Eu não desejei que o futuro chegasse, que o sol nascesse, que o outro dia acontecesse.

É quando você tentar de uma forma absurda e quase louca se colocar no lugar daquela pessoa que está indo embora de alguma forma.
E é neste momento que a dor te acorda, te dá aquele choque que sacode a sua alma e te diz...ISSO É EGOISMO!!

E numa contrandição intima imensa, com o coração aos pedaços você se sente o ser mais sozinho do mundo e de repente você percebe que é preciso continuar, que é preciso no outro dia levantar a cabeça e respirar.
Esses dias estão sendo muito dificéis para mim porque a minha madrinha ... era a minha madrinha, minha tia e foi uma mãe em alguns momentos da minha vida.
Porque ela lutou comigo, chegou junto quando o meu amor era absurdo, visceral e fez de um tudo para ele estar comigo.
Ela sorriu comigo, via o brilho em seus olhos quando eu conseguia algo que queria, e sempre que ligava para ela no notal, que a abraçava  em épocas assim eu sentia.
O gosto de suas lágrimas junto as minhas.
Ela chorou  junto quando meu mundo ruiu e de mim este amor partiu...


Mas porque será que só lembramos positvamente de alguém nos minimos detalhes da sua imperfeição quando a morte acompanha esta reflexão ?

Porque será que lembramos que estamos perdendo alguma coisa quando deixamos a distância, o próprio descaso tomar o lugar da atenção ou da afeição ?? e a morte acorda a carência que nos bate como desculpa para essa mesma atenção e afeição.


Porque será que não conseguimos o outro valorizar quando está vivo, ao nosso lado ou não, mas simplesmente vivo ???

Porque será que temos primeiramente o lado mau enxergar e depois julgar ??


Porque será que esquecemos que somos seres distintos, humanos e principalmente errantes TAMBÉM ??

Porque a morte tem que vir abrir nossos olhos para que possamos < ou não > enxergar as belezas da vida e do outro com mais simplicidade, humildade, perdão e, acima de tudo, amor ? 


Bjs e até a próxima
Debby :)


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